Groupe de travail: GT Entrevista

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Grupo de trabalho (GT) Entrevista:  a um diretor, um roteirista, um ator (as crianças: onde estão elas hoje? o que 

fazem?), um fotógrafo, o autor dum 'livro-fonte' (no qual um roteiro se baseou). Préparation de l'interview (genre, 

objectifs...) et  réalisation (par email, skype, présence...) voire simulation. 

Comme cela est indiqué sur la page d'accueil de la phase, la principale tâche à effectuer durant cette "Fase 3. ELENCO e ROTEIRO – CASTING  e COPIONE - SCRIPT - GUION TECNICO", est l'élaboration d'un plan de travail / a elaboração de um plano de trabalho pour le vendredi 4 novembre au plus tard.
Pour cela, une fois que vous avez rejoint ce groupe de travail, rendez-vous dans le pad Plan de travail du GT Entrevista.

 Ci-dessous une interview de Michel Joelsas, l'acteur qui joue Mauro dans "O ano em que meus pais...", quelques annés après pour donner une idée.

Managers

ChristianD (Hors ligne)

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Dernier accès: 14/12/2019 - 15:12

Participants

ChristianD (Hors ligne)

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casmurro (Hors ligne)

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Bia Paes (Hors ligne)

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willyancordeiro (Hors ligne)

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anapaula (Hors ligne)

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Eliana Pons (Hors ligne)

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Viviani Busko (Hors ligne)

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fernandagabina (Hors ligne)

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wikelson dorasinvil (Hors ligne)

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Commentaires

Bonjour !

Pensei em duas possibilidades de trabalho para nosso grupo: entrevistar alguns haitianos que estão vivendo aqui em Minas Gerais - Brasil ou criar um roteiro de questões para um amigo do Yemen.

Sobre o roteiro, poderiamos conceber as questões em torno da experiência de viver em um outro país e suas expectativas.

O que acham? aguardo comentários.

Olá Pessoal, estou me inscrevendo em 2 GTs um para realizar a entrevista, estamos dependendo de um contato que não sei se vai topar participar desse projeto. Assim, vou ficar inscrito em 2 GTs como observador mas até o fim de semana já decido onde ficarei. Abraços.

Oi, Willyan! Eu ainda não falei com meus amigos, então estamos no mesmo ponto. Aguardarei sua resposta e a da Ana também.

Bruno, estou fazendo contatos. Talvez possamos conjugar as duas ideias, as duas entrevistas, as duas histórias de vida! O que você acha?

Oi, Ana! Seria ótimo e enriqueceria muito nosso trabalho. Tinha pensado em cinco minutos para cada, assim teremos um material entre dez e quinze minutos. Você acha muito?

Boa tarde: Eu sou da Faculdade de Letras da UNC. Conforme eu falei com a minha professora da disciplina que faz parte deste projeto, consideramos que poderia ser viável fazer uma entrevista a Pedro Onetto (o musicalizador de uma das músicas de “Infância Clandestina”), algum dos atores de “Infância Clandestina” ou de “ O dia em que meus pais saíram de férias”, ou a Sonia Torres, presidenta de Abuelas de Plaza de Mayo de Córdoba (Avós de Praça de Maio de Córdoba). O que vocês acham???

Oi Eliana. As ideias são ótimas! Penso que devemos estruturar um projeto para conseguirmos delimitar exatamente qual será o tema do nosso trabalho e, a partir disso, criar um roteiro de perguntas para as entrevistas e fazer os contatos. Estou pensando em uma forma de conjugar esses temas: clandestinidade, cinema, militância política e infância. Você tem alguma ideia de como podemos fazer isso? 

Boa tarde, Eliana, gostei muito das suas ideias. Acho que seria muito interessante falar com a Sonia Torres ou com alguma outra participante desse movimento. Também acredito que seria interessante entrevistar roteiristas dos filmes. :) 

Oi Ana Paula, eu acho que talvez, para delimitar mais ainda o nosso  trabalho, a gente deveria focar na “Clandestinidade”. Desse modo, fazemos uma entrevista a Sonia Torres, ao cantor, e também poderia ser a Caio Blat de Oliveira (o ator). Teriamos que fazer perguntas tipo: O que você sentiu estar na pele de um procurador da verdade? (ao ator), também poderíamos fazer perguntas sobre o conteúdo da música, ou sobre o que o levou a escrever e compor essa música ( ao cantor), e, finalmente a Sonia Torres que nos conte um pouco sobre a história de “Abuelas de Plaza de Mayo”

Boa tarde Eliana. Além das suas sugestões, estava me referindo à como conjugar todas as contribuições: A Nídia, que também sugeri em uma postagem acima e a sugestão do Bruno. Assim, poderemos contemplar todas as participações e fazer um trabalho completo. Achei ótima a sua ideia de concentrar no tema da "clandestinidade" e acho que a Nídia pode contribuir muito com esse tema. Ela aceitou ser entrevistada.

Gostei muito das ideias apresentadas! Acho que poderíamos montar fóruns de acordo com os eixos norteadores, como "clandestinidade", "militância política e cinema", e "infância", onde poderíamos acordar sobre entrevistar psicólogos (conheço uma especializada em eventos traumáticos), sobreviventes, refugiados, militantes como Nídia e os profissionais envolvidos na realização dos filmes, roteiristas, diretores, editores, câmeras, atores e assim vai, pensando na finalidade e concretização do eixo. Poderíamos fazer um compilado de entrevistas com as que resultarem das discussões nesses eixos. Seria muito legal se conseguissemos alcançar algum dos atores mirins, ver como o trabalho em seu filme afetou seu desenvolvimento, se afetou. Tenho algumas sugestões de perguntas para os diferentes segmentos, que poderia enviar nos fóruns, para efetivar nossa discussão :)

Bonjour à toutes et à tous !

Ana, Wyllian e eu discutimos essa manhã sobre nosso GT. A Ana conseguiu a entrevista com a Nidia Gonzales. Iremos a São Paulo por volta do dia 15 de novembro para entrevistá-la.

Gostaríamos muito de ter também a opinião do psicólogo, Bia. Seria possível?

Em conversa com nosso coordenador, percebemos que não se faz necessário a legendagem. Podemos elaborar uma apresentação do projeto e disponibilizá-lo em várias línguas. Em breve apresentaremos uma proposta de texto.

Bref: Faríamos a entrevista (vídeo) e a opinião do psicólogo (vídeo), mais o texto em várias linguas. O que acham?

Bonjour!

Tudo bem se for em escrito? Ela mora em um outro estado... 
Acho legal o compilado, sim. E tudo bem não ter a legenda porque senão teríamos de por legendas em três línguas diferentes né haha
O que acham da divisão em eixos? Poderíamos fazer um texto bem legal, com apresentação, partes 1, 2 e 3, pras entrevistas e pontos de vista se complementarem.

Pourquoi, Bia? Et qu'entends-tu par "envolvidos com os filmes"? Les acteurs, réalisateurs, metteur en scène, etc.? Si oui il faut chercher leurs coordonnées, un email... Ou bien les personnes à qui il est fait référence indirectement? Si c'est cela je crois qu'il y a déjà 2 interviews de prévues dans ce GT, ça peut être suffisant même s'il y a toujours à mon avis la place pour une autre. La production du GT pourrait alors consister à présenter ces interviews et cela se traduirait par un document multimodal: du texte, des illustrations, les vidéos des interviews incrustées... Reste à savoir où le publier: sur un blog? Un groupe Facebook? À plusieurs endroits? J'ai mis quelaues suggestions ici mais on peut en chercher d'autres: https://www.miriadi.net/romanofonia-e-cinema/forum-d-aide-technique-et-r...

Bonjour!!! Pessoal eu já escrevi a Sonia Torres, Pedro Onetto e Caio Blat de Oliveira. A minha mensagem já foi vista por Pedro Onetto, só tenho que esperar a resposta; e Sonia Torres acho que logo logo vai me responder. Caio Blat acho que está um pouco mais difícil. Mas, pensando o que foi discutido, acho que seria ótimo articular a entrevista da Nídia (quem é um representante de esquerda) com a entrevista de Sonia Torres para que nos conte a sua luta em “Abuelas de Plaza de Mayo”. Acho que vocês já devem ter escutado ou lido sobre a nossa história argentina das pessoas sumidas durante a Ditadura, que é o tópico que é tratado em Infância Clandestina. Quando Juan/Ernesto fica na porta da sua avó é quando começa verdadeiramente esta luta. E o testemunho de Sonia vai ser ótimo. Ai combinaríamos a historia de uma paulista (brasileira) e uma cordobesa (argentina). O que vcs acham??

Se a Nídia e a Sônia forem entrevistadas, eu posso fazer a parte que é em espanhol. Acho que eu sou a única falante nativa. Eu proponho isso para enriquecer mais ainda o trabalho. Poderia ser em português, espanhol e francês, porque acho que ninguém aqui fala italiano. 

Boa tarde,

Infelizmente, a Nídia está com problemas de saúde e não será possível realizar a entrevista. Como plano B consegui falar com dois amigos dela que se dispuseram a colaborar com nosso trabalho: um deles é paraguaio e militou no mesmo contexto, ficou clandestino na Argentina e no Brasil durante alguns anos e atualmente vive no Brasil; o outro é uruguaio, foi tupamaro e passou por um período de clandestinidade (acredito que na França) e vive também no Brasil atualmente. Com essa mudança, penso que podemos manter a clandestinidade como tema principal das duas entrevistas, mas também podemos abordar essas questões relacionadas a família, já que familiares de ambos foram presos pelos regimes militares dos dois países.

Enfim, é isso... Gostaria de saber se vocês consideram a proposta relevante, pois foi o que consegui adaptar de última hora para poder elaborar o projeto.

Abç

Oi, Paula! Acho válido sim e penso que podemos mantê-la. Logo logo darei minhas contribuições para o plano de trabalho. Até breve!

Salut, Wikelson. Será ótimo que você participe e contribua com nosso trabalho. Tenho certeza de que suas experiências serão muito importantes para as questões que queremos discutir.

Seja muito bem-vindo!

Salve,

Para todos que estão participando deste GT, vou fazer as entrevistas em São Paulo dia 15/11. Quem estiver por lá e quiser participar, meu telefone é (31) 99144-4198. É só entrar em contato que eu aviso o local e horário, pois ainda não confirmei com os entrevistados. Toda ajuda será muito bem vinda. 

Bonjour à toutes et à tous ! Eu decido manter o tópico da “Clandestinidade”, mas mudei de pessoa. Quem vai me responder algumas perguntas é Pedro Onetto que é o compositor da música “No veo” do filme “Infância Clandestina”. A continuação,  envio as perguntas e aceito todo tipo de contribuição. Obrigada:

Buenas tardes Pedro: Al escuchar la música al pasar no me decía nada, ya sea por el ritmo o por lo apasionada que estaba con el tópico de la película. Pero al volverla a escuchar varias veces, pude ir reparando algunos detalles que necesitaré saber en la presente entrevista:

1)      ¿Cuáles  han sido tus desafíos a la hora de pensar la canción “No veo”  para esta película?

2)      ¿A tu modo de ver el mundo, cómo definirías “la clandestinidad”?

3)      ¿Cómo pensaste la relación música-escenas: “trepo trepo hasta la copa, huelo huelo hasta la cima bajo bajo hasta el sotano nado nado hasta el fondo, me limpié los ojos, no veo bien” con el hecho de que Juan/Ernesto deba esconderse con su hermanita hasta que vinieran a buscarlos?

4)     Como latinoamericano, qué pansas acerca de que “esta gente demente” conviva en una fiesta mundial como era el mundial de futbol? Crees que en la actualidad aún lo vivimos?

Olà gente,

Où en êtes-vous? Les 2 interviews (par Ana Paula et par Eliana) sont-ils faits? Comment allez-vous en rendre compte? Comme votre plan de travail n'est pas complètement rempli, c'est un peu difficile de suivre votre réalisation. Il manque notamment le calendrier de travail. Pourriez-vous le remplir?

Ce serait bien je pense que les 2 interviews soient introduits par un texte de présentation. Qui s'en occupe? Ces informations devraient apparaitre dans le plan de travail.

Je vous rappelle en tout cas qu'il vous reste 5  jours pour réaliser votre production finale puisque cela est demandé pour le 27/11. 

N'oubliez pas non plus que pour le 27/11 il faut aussi remplir un résumé sur la page CADERNO DE RESUMOS de "Romanofonia e cinema" https://www.miriadi.net/node/1555 

Bonne continuation!

Onde estão as duas outras entrevistas para que eu possa ler? Assim, posso fazer um texto de apresentação amanhã para vocês lerem...

Hola Bia! Esas entrevistas aún no han sido compartidas. Sé que Eliana, envió sus preguntas al compositor de Infancia Clandestina y está esperando respuesta. Esperemos que las tenga pronto!
Abrazo

Cecilia 

Oi Bia,

Vi seu e-mail, mas estou sem tempo de ler o material que vc enviou. Amanhã o Willyan e eu vamos fazer a edição da entrevista. Vou enviar os arquivos para vc pelo drive para vc ver se são compatíveis com o seu trabalho. Aí podemos fazer a edição utilizando também informações do seu trabalho. O que acha?

Salut, tout le monde !

A Paula já esteve em São Paulo e fez as entrevistas. Estamos trabalhando na editoração das imagens e na tradução do projeto para o francês.

Ainda não tive resposta. Estou esparando!!! Mandei novamente duas mensagens. Até que horas do dia domingo temos tempo para disponibilizá-la?

 Obrigada

Bonjour à toutes et à tous !

Voilà notre travail "Entrevista" ci-dessous. D'après les films proposés en début de la discipline, nous avons choisi le thème de la clandestinité et pour mettre l'accent sur l'influence de l'activisme politique dans la vie familiale, on a interviewé deux ex-guerilleros qui nous racontent un peu de leur histoire et donnent leurs avis sur le scénario politique de l'actualité en Amérique Latine.

 

À bientôt !

Ana Paula, Willyan et Bruno

Entrevista a Pedro Onetto: Compositor de la música “No veo” de “Infancia Clandestina”. La entrevista fue vía whatsapp.

1)            ¿Cuáles  han sido tus desafíos a la hora de pensar la canción “No veo”  para esta película?

Sobre la música “No veo”, Benjamín Ávila escribió una letra con la idea que se asemejara a una canción infantil de los años “70”. La música la hice antes del rodaje pues la necesitaban para filmar las escenas. Ese era el desafío, creo que fue bien logrado, mucha gente me ha comentado que pensaban que era una canción vieja que no conocían…para mí sorpresa, la canción se vitalizó y generó mucha empatía en mucha gente, eso me da mucha satisfacción.

2)            ¿A tu modo de ver el mundo, cómo definirías “la clandestinidad”?

Sobre la clandestinidad no tengo mucho que decir…Debe requerir mucho valor arriesgar la vida por un ideal y vivir ocultándose con todo lo que esto conlleva.

3)            ¿Cómo pensaste la relación música-escenas: “trepo trepo hasta la copa, huelo huelo hasta la cima bajo bajo hasta el sótano nado nado hasta el fondo, me limpié los ojos, no veo bien” con el hecho de que Juan/Ernesto deba esconderse con su hermanita hasta que vinieran a buscarlos?

Antes de empezar a componer, leí el guión que me trasmitió sus ideas con respecto a la música. Luego vi algunas escenas y en base a eso compuse bastante material que luego seleccionamos con el director y motivo musical. Específicamente sobre la letra, creo que esa pregunta debería ser para el director que fue quien la escribió.

4)            Como latinoamericano, ¿qué pansas acerca de que una dictadura conviva con una fiesta mundial como era el mundial de futbol? ¿Crees que en la actualidad aún lo vivimos?

Yo opino que fue un desastre, un modo de tapar todo lo terrible que sucedía en ese momento. 

Pessoal, achei geniais e impactantes as entrevistas! Mas agora o que devemos fazer? Como ficou? Estou perdida...

Oi Bia, também não tenho certeza, mas acredito que as entrevistas são nossas produções finais, agora vamos para a fase 5, de pós produção e avaliação do processo de elaboração dos trabalhos.

Video:

As Ruínas do Condor; Breves Escritos Sobre Alegoria, Memória e Ausência

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(PT-BR)

Olá, eu (Fernanda) e a Viviani fizemos uma entrevista com o Professor Doutor Emerson Pereti para aula de intercompreensão de línguas românicas. Nela ele fala sobre sua tese onde ele faz estudos sobre romances do cone sul da América Latina com uma pesquisa temporalmente fixada entre o período de 2001 e 2002, quando ocorre o epicentro da crise neoliberal da Argentina, até 2010 que é o bicentenário destas nações Latino Americanas, marcadas pelo plano Condor. Ao final, é feita uma relação da temática com alguns filmes como O Ano que Meus Pais Saíram de Férias e Machuca.


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(ES)


Entrevista concedida por el profesor Doctor Emerson Pereti para la clase de intercomprensión de lenguas romances. En ella él habla sobre su tese donde él hace estudios sobre romances del cone sul de America Latina con una investigación temporalmente fijada entre el período de 2001 y 2002, cuando ocurre el epicentro de la crise neoliberal de Argentina, hasta 2010, que es el bicentenario de estas naciones latinoamericanas, marcadas por el plan Condor. Al final, se hace una relación de la temática con algunas películas como O ano que Meus Pais Saíram de Férias y Machuca.