Mini-documentário

Mini-documentário: sugestão: os milhões de Mauros, Juans e Machucas pelo mundo a fora hoje, crianças “em trânsito', obrigadas a fugir e emigrar por razões políticas, guerras, fome...

Dans la phase suivante (phase 3), vous devrez choisir un type de produit final et intégrer un groupe de travail. Pour l'instant vous pouvez encore vous exprimer librement sur chaque type de produit fiinal, déclarer votre intérêt, faire une suggestion, un commentaire... Et aussi pour commencer à aborder des questions qui seront au centre de la phase 3: où envisager de publier les productions finales? Sur quel support du web social (par exemple Wikipedia, Sensacine, Adorocinema, youtube, Allocine, groupe de Facebook...)? Avec l'aide de quelles applications, quels outils (par exemple pour le sous-titrage)?

Commentaires

Olá a todos! Apesar de não estudar Cinema na universidade, tenho um grande interesse por essa arte e penso que seria interessante produzir um pequeno documentário. Pessoalmente, dou aula de português para haitianos aqui no Brasil. A maioria vêm com vistos humanitários, buscando um vida melhor e acompanho a sua realidade de perto. É claro que a situação é diferente daquela vivida pelas crianças dos filmes, mas poderíamos contemplar, no pequeno filme, realidades de crianças de diferentes nacionalidades que foram obrigadas a sair de suas casas e países de origem, da guerra, da fome, da violência, etc. Creio que, de todo modo, esse seja um tema contemporâneo que pode, como foi feito nos filmes aqui sugeridos, ser apresentado a partir da perspectiva das crianças. O que acham? Uma ideia maluca? Não creio que seja impossível, mas estou consciente do trabalho que teríamos!

Oi, Anna! Achei ótima sua ideia. Penso que o documentário com as pessoas que você sugeriu será de uma força importante e bem de acordo com nossas discussões.

Tenho um amigo do Yemen. Se tivéssemos um roteiro de questões, poderíamos fazer un interview por skype. O que acha?

Ótimo, Bruno! Super! Acho que, se combinarmos pessoas de origens difrentes, teremos, no final, um documento muito rico!

Olá,

Pensei em entrevistar alunos da UFMG do programa de refugiados e fazer um documentário com as vivências das pessoas e informações gerais sobre as atuais condições de refugiados no Brasil. Penso que seria uma experiência interessante.

Poderíamos também tentar fazer um contato com a escritora Fatou Diome, senegalesa que escreve romances sobre os fluxos migratórios, que talvez seja acessível e possa contribuir com o nosso trabalho.

Boa tarde,

Estive pensando no formato desse mini-documentário e tenho algumas sugestões e considerações: Pensei em fazermos algo parecido com vídeo de campanha, com pessoas falando mensagens não muito longas (nós, o amigo do Bruno, a escritora senegalesa - se conseguirmos contato - etc.) um de cada vez e podemos colocar imagens ou dados informativos entre uma fala/cena e outra (aí vamos precisar de alguém que saiba fazer o trabalho de edição de filmagem). Também pensei em falar com algumas pessoas do Uruguai, Argentina e Paraguai que conheço e foram exilados nos períodos de ditadura nesses países - talvez alguém aceite participar. Não sei se consegui ser clara, mas na minha cabeça o projeto está adquirindo um formato bonito. É isso! Espero que dê certo! :-)

Ana Paula, adorei a sua ideia! Você tem trazido contribuições muito valiosas para esse projeto, tô adorando! A partir das suas sugestões, me veio uma questão: a importância da escolha do tema principal do vídeo. De maneira geral, acho que estamos tratando de pessoas deslocadas, por algum motivo, de seus países de origem. Seria isso? Ou outra coisa mais específica? Não sei, só estive pensando que seria interessante estabelecer um critério, isto é, uma metodologia por trás do vídeo. Para, a partir daí, escolher as pessoas. Só uma opinião/sugestão :)

Hola a todos. Es muy interesante la propuesta de realizar un mini-documentario. Estuve leyendo sus intervenciones y creo que la idea de Ana Paula está muy buena ("algo parecido a un video de campaña"); también creo que es importante definir un criterio como propone Ana, creo que sería interesante que se entreviste a personas que tuvieron que dejar su lugar de origen cuando eran niños/adolescente, para poder relacionarlo con las historias de las películas.

Saludos

Bonjour à tous, je m'appelle Audrey, je suis étudiante à Lyon en cinéma, et je suis intéressé par ce projet. Cela me parait très intéressant et enrichissant. :)

Bonjour, je trouve l'idée d'interviewer des personnes qui ont du quitter leur pays très intéressante!

On pourrait aussi faire séquence de micro-trottoir, avec des questions liées aux thèmes des films comme l'a suggéré Christian Degache.

Je suis désolée si la plus part du groupe ne comprend pas le français..

Boa tarde! Sou do curso de Intercompreensão e estive lendo as propostas de vocês, todas muito interessantes! Achei ótima a ideia do video em formato de campanha e o foco em refugiados, essa pluralidade de nacionalidades e motivos pelos quais deixaram seus países geraria uma comparação muito rica. Como nos filmes, me parece também legal pensar na construção dessa perspectiva infantil das experiências dos entrevistados, trazendo uma reflexão mais geral sobre quem são os adultos de nossas sociedades hoje e como foram afetados por essas dificuldades.

Coucou!
Apesar de não ter feito parte das outras fases, eu e alguns alunos do meu curso escolheram esse GT para analisar o (e, se possível participas do) processo de intercompreensão.
Eu gosto muito do enfoque na questão dos refugiados, acredito que causaria impacto e reflexões, principalmente ao analisar a vida de crianças nessa situação, obrigadas a agirem como adultos, tendo as infâncias reprimidas (como os protagonistas dos filmes)

Ola todo el mundo, también soy del curso de Intercompresión y me parece óptima la idea de la entrevista a refugiados. Sin embargo, y a modo de sugerencia, a fin de tener un espectro más amlio de casos, consideraría entrevistar desde inmigrantes que por razones laborales han llegado hasta acá, hasta refugiados, contemplando que todo inmigrante ha tenido que dejar su país y su realidad de forma forzada, lo cual genera un quiebre en su vida, su familia y entorno. 

Respecto al " micro-trottoir, comme l'a suggéré Christian Degache, avec des questions liées aux thèmes des films" podemos considerar, ya que no tenemos conocidos o acceso directo a inmigrantes en nuestro grupo de trabajo, buscar potenciales entrevistados en lugares en donde estos tengan que concurrir por obligación en calidad de extranjero (como la Polícia Federal de SP). Como estudiante (chileno) intercambista en Brasil, puedo afirmar (como extranjero que realizó las burocracias propias al país que visita) que la cantidad de extrajeros que llega a diario a ese lugar es verdaderamente inmensa. 

Haciendo uso de un cuestionario que intente saber las causas de su llegada y las posibles consecuencias que creen los entrevistados que generará  su viaje, entender su realidad y la de su familia (hijos), a fin de obtener una visión actual de lo que implica un cambio de vida brusco en todos los aspectos que viven las personas.

Saludos.