Resumen GT Entrevista

Riassunto del GT Entrevista

Dans ce groupe de travail GT Entrevista, deux interviews ont été réalisées, une en présentiel, filmée, enregistrée et déposée sur Youtube, l'autre à distance par Whatsapp, enregistrée et transférée sur Miriadi.

EXTRAITS des MESSAGES déposées dans l'espace du GT Entrevista en phase 4

A) Interview de deux ex-guerilleros

 

 

 

 

 

Ana Paula, Willyan et Bruno: "D'après les films proposés en début de la discipline, nous avons choisi le thème de la clandestinité et pour mettre l'accent sur l'influence de l'activisme politique dans la vie familiale, on a interviewé deux ex-guerilleros qui nous racontent un peu de leur histoire et donnent leurs avis sur le scénario politique de l'actualité en Amérique Latine."

B) Interview de Pedro Onetto, auteur de la chanson “No veo” de “Infancia Clandestina”

Eliana Pons: Entrevista a Pedro Onetto: Compositor de la música “No veo” de “Infancia Clandestina”. (voir aussi page Facebook de Pedro Onetto). La entrevista fue vía whatsapp. 

1) ¿Cuáles  han sido tus desafíos a la hora de pensar la canción “No veo”  para esta película?

Sobre la música “No veo”, Benjamín Ávila escribió una letra con la idea que se asemejara a una canción infantil de los años “70”. La música la hice antes del rodaje pues la necesitaban para filmar las escenas. Ese era el desafío, creo que fue bien logrado, mucha gente me ha comentado que pensaban que era una canción vieja que no conocían…para mí sorpresa, la canción se vitalizó y generó mucha empatía en mucha gente, eso me da mucha satisfacción.

2) ¿A tu modo de ver el mundo, cómo definirías “la clandestinidad”?

Sobre la clandestinidad no tengo mucho que decir…Debe requerir mucho valor arriesgar la vida por un ideal y vivir ocultándose con todo lo que esto conlleva.

3) ¿Cómo pensaste la relación música-escenas: “trepo trepo hasta la copa, huelo huelo hasta la cima bajo bajo hasta el sótano nado nado hasta el fondo, me limpié los ojos, no veo bien” con el hecho de que Juan/Ernesto deba esconderse con su hermanita hasta que vinieran a buscarlos?

Antes de empezar a componer, leí el guión que me trasmitió sus ideas con respecto a la música. Luego vi algunas escenas y en base a eso compuse bastante material que luego seleccionamos con el director y motivo musical. Específicamente sobre la letra, creo que esa pregunta debería ser para el director que fue quien la escribió.

4) Como latinoamericano, ¿qué pensas acerca de que una dictadura conviva con una fiesta mundial como era el mundial de futbol? ¿Crees que en la actualidad aún lo vivimos?

Yo opino que fue un desastre, un modo de tapar todo lo terrible que sucedía en ese momento. 

Commentaires

Bravo au groupe ENTREVISTA pour la publication de vos réalisations ci-dessus

Je vous propose maintenant d'utiliser cet espace de commentaires pour faire le bilan de l'activité de votre GT (objet de la phase 5).

Vous, les membres de ce GT, mais aussi tous les autres peuvent s'exprimer.

Voici quelques questions qui peuvent orienter ce bilan auto et hétéro-évaluatif :

  1. La production finale : la production finale correspond-elle aux objectifs et attentes fixés compte tenu de la faisabilité (en fonction du temps disponible, du nombre de participants et de leurs disponibilité et compétences...)? Le ou les supports de diffusion donnent-ils satisfaction? Et puis la diffusion c'est ausi partager votre page FB avec d'autres groupes, par exemple ceux dédiés à l'intercompréhension dont vous trouverez une liste sur https://www.miriadi.net/node/1513 J'ai commencé sur 2 ou 3, à vous de continuer!
  2. La télécollaboration : l'activité du GT s'est-elle bien déroulée? Le travail s'est-il bien réparti? 
  3. La communication: la communication entre les membres du GT a-t-elle été bonne? Les solutions adoptées, sur la plateforme Miriadi et en dehors, ont-elles été efficaces? 
  4. Les langues : quel bilan tirer de l'expérience plurilingue? La télécollaboration a-t-elle été freinée ou encouragée par l'utilisation de plusieurs langues et la cohabitation de plusieurs cultures? Les échanges consultables sur Miriadi et en dehors et la production finale sont-ils bien représentatifs du caractère plurilingue et pluriculturel de ce GT? 
  5. L'apprentissage : des compétences ont-elles développées? Si oui, lesquelles, et qu'est-ce qui permet d'en témoigner? 

Enfin, pour le bilan plus général de la session c'est sur https://www.miriadi.net/node/1681

Eu gostei muito de ter trabalhado na plataforma Miriadi por três grandes motivos: a diversidade de pessoas e culturas, os temas propostos e a disposição das etapas. Encontrei algumas dificuldades sobre a plataforma e no relacionamento com os membros do meu grupo. Observei também alguns obstáculos na realização do trabalho final, mas por fim tudo correu bem e tivemos sucesso graças à colaboração de todos.

Os muitos colegas que participaram do curso me permitiram o contato com várias línguas e culturas, o que considero muito enriquecedor. Pude, também, falar com um bordelais que se decidiu pelas línguas e pelo ensino. Aproveitei para matar um pouco a saudade que tenho dessa cidade maravilhosa, Bordéus.

Os temas dos filmes são indiscultivelmente interessantes e deixaram muitas impressões em mim. Pude conhecer um outro lado da América Latina, da qual faço parte, mas ignoro muitas informações.

A disposição das etapas me permitiu amadurecer minhas opiniões e reflexões pouco a pouco e em conjunto, o que caracteriza a meu ver um novo modelo de educação.

Sobre a plataforma, não me senti muito à l'aise no início, mas pouco a pouco fui me habituando e tudo correu bem. As outras dificuldades são de ordem pessoal, pois preciso mais organização pessoal para lidar com esse modelo de ensino. Creio que se houvesse um vídeo explicativo no início dos trabalho seria interessante para compreendermos desde o início a dinâmica da plataforma.

Quanto ao trabalho final, a primeira dificuldade foi a escolha do tema, visto a riqueza de assuntos tratados nos filmes propostos. Por fim, ficamos com a "clandestinidade" e sua influência na vida familiar. Tínhamos por objetivo inicial entrevistar a ex-guerrilheira Nídia Talavera, mas como esta mudou de ideia, creio que por ter vivenciado novamente um pouco dos horrores durante o telefonema inicial, passamos para a entrevista a dois também ex-guerrilheiros: Miguel e Evaristo. Obtivemos sucesso graças à dedicação de nossa colega Ana, que foi a São Paulo e fez a entrevista, e ao conhecimento de edição de nosso colega Willyan. Confesso que havia imaginado outra forma para o trabalho final, mas fiquei bastente contente com o resultado. Agradeço, ainda, a oportunidade de trabalhar com nosso caro professor Christian Degache, que nos auxiliou com paciência e dedicação durante todas as etapas.

Bonsoir!

Interessantíssimo o trabalho de vocês! Parabéns! Acredito que esta relação de verossimilhança enriquece a reflexão sobre os filmes.

Bravo!